E é por isso que a maioria das startups não morre por falta de inovação, mas por falta de problemas reais.
Empreendedores apaixonados pelo que criaram — e não pelo que resolveram.
Validação de ideia não é perguntar “você compraria isso?”.
É observar o que as pessoas já estão tentando resolver — e onde fracassam.
Quando Drew Houston criou o Dropbox, ele não construiu um produto.
Ele gravou um vídeo mostrando o que seria a experiência de usar o Dropbox.
Nada funcionava ainda — mas em 24 horas, mais de 75 mil pessoas deixaram o e-mail pedindo acesso.
Esse foi o teste: a dor era real.
O produto veio depois.
Validação de verdade exige desapego.
Porque validar não é confirmar, é confrontar.
É perguntar: “se eu tirar essa solução, alguém sofre?”.
Se a resposta for “não muito”, você não tem um produto.
Tem um projeto.
Na Vitalis, chamamos isso de “validação de sangramento”:
o problema precisa doer o bastante para que o mercado implore por solução.
E há outro ponto crucial: validar não é apenas provar que o cliente quer — é provar que ele paga.
É fácil encontrar empatia, difícil é encontrar tração.
A validação real acontece quando existe uma transação, mesmo que simbólica.
Antes de pensar em pitch deck, pense em dor.
Antes de desenvolver um MVP, desenvolva empatia estratégica.
A Vitalis ajuda empreendedores a validar ideias com metodologia, dados e clareza — para que cada linha de código e cada real investido sejam direcionados a resolver algo que realmente importa.
Agende sua consultoria gratuita e descubra se sua ideia tem um problema de verdade por trás — ou apenas um bom design de apresentação.

